Autor
Fernanda Fragateiro
Ano de Edição
2007
Editora
Assírio & Alvim
ISBN / ISSN
978-972-37-1214-8
Resumo

Em 2006, o pro­jecto “Caixa para guar­dar o vazio” de Fernanda Fragateiro, patente na Galeria de Arte do Teatro Municipal da Guarda, mere­ceu men­ção hon­rosa pela ino­va­ção e trans­dis­ci­pli­na­ri­dade, na área do design e da arqui­tec­tura, atri­buída pelo pré­mio “Outros Mercadus — Arquitectura/Espaços Efémeros ‘06”, uma ini­ci­a­tiva de Outros Mercadus, Ordem dos Arquitectos e Centro Português de Design.
Em 2007, a Assírio & Alvim, edi­tou o livro em refe­rên­cia, con­so­li­dando o pro­jecto pre­mi­ado.
“Nesta obra de Fernanda Fragateiro, todos os pon­tos mate­ri­ais per­for­mi­za­dos são cor­pos reais de mate­ri­a­li­dade dis­tinta. O corpo des­creve a geo­me­tria espa­cial num campo de acção aberto, impre­vi­sí­vel e em cons­tante reno­va­ção. A dis­tri­bui­ção do corpo no espaço e no tempo é con­di­ci­o­nada pela sua cor­po­ra­li­dade e campo gra­vi­ta­ci­o­nal espe­cí­fico, e a poten­ci­a­li­dade cines­té­sica da obra é acti­vada por um corpo que se rein­venta como figura atra­vés do espaço des­do­brado e aberto. As rela­ções de espaço-tempo entre os pla­nos espa­ci­ais, estes e o corpo e o seu movi­mento, e a sua expres­si­vi­dade carac­te­ri­zam a cir­cuns­tân­cia de pro­du­ção, tem­po­ra­li­dade [per­ma­nên­cia] e recri­a­ção da espa­ci­a­li­za­ção do espaço não-preenchido: o vazio é um lugar deso­cu­pado pelo corpo. A repre­sen­ta­ção do espaço torna-se uma cons­tru­ção. O corpo designa uma rea­li­dade mate­rial e con­cep­tual, e um dos aspec­tos mais crí­ti­cos da sua impor­tân­cia para o enten­di­mento da rea­li­dade é a rela­ção entre ele e o que real­mente existe.” Disponível em http://www.wook.pt/ficha/caixa-para-guardar-o-vazio/a/id/195104, ace­dido em 28.Julho.2011.

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